A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi marcada pela estreia da Alameda dos Artistas. E pelo visto, foi um sucesso! Segundo o Omelete, o espaço teve um faturamento bruto autodeclarado de R$ 1,252 milhão.
Coordenado por Ivan Costa, cofundador da CCXP, o espaço foi o primeiro dedicado exclusivamente a quadrinistas na história do evento e reuniu 30 mesas com 34 artistas. Do total de expositores, 66,7% venderam acima ou muito acima do esperado, índice que sobe para 93,3% quando somados os que atingiram exatamente as metas.
A mediana de faturamento por participante ficou em R$ 22 mil, a média em R$ 41,7 mil, e alguns casos individuais chegaram a R$ 120 mil. Os quadrinhos foram os itens mais vendidos em 83,3% das mesas.
Além disso, mais da metade dos artistas (53,3%) disse ter conquistado mais projeção na Bienal do que em eventos especializados de cultura pop. “Tive contato com meu público, fui chamada para novos trabalhos e saio recarregada de ideias”, contou a quadrinista Helena Cunha.
O autor coreano-brasileiro Monge Han celebrou sua participação em suas redes sociais: “Quase 500 quadrinhos vendidos, quase mil pessoas atendidas, 4 atividades no evento e contato direto com diversas famílias, jovens e leitores de longa data… tudo isso percorrendo 10 dias intensos que criaram o meu maior evento em 10 anos de quadrinho.”
Acompanhe nossa cobertura da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Fonte: Omelete / Foto de Capa: Bienal do Livro de São Paulo